Agora sim vamos ao que interessa, o que fazer aqui? quais as dicas pra aproveitar ao máximo a visita? Tem passeio bate e volta?… 

Em todo roteiro eu gosto de começar contando um pouquinho sobre a história do lugar, algumas curiosidades, hábitos… então…

Fundada em 17 de março de 1855, com o objetivo de ser a nova capital do estado de Sergipe, menor estado do Brasil, substituindo São Cristóvão.    

Foi uma das primeiras cidades planejadas do país, com ruas largas e traçado geométrico (em forma de tabuleiro de xadrez), ideal para atender às necessidades administrativas e portuárias da época. Hoje Aracaju é uma cidade de médio porte, segura, com boas opções de lazer e praias urbanas bem cuidadas e é cada vez mais procurada por quem busca um destino autêntico, tranquilo e com boa estrutura turística.

É uma das capitais do Nordeste mais seguras e tranquilas do Nordeste, 

A natureza, aqui da um show à parte, rios e mar juntos – Aracaju é banhada tanto pelo rio Sergipe quanto pelo oceano Atlântico, o que dá à cidade um charme especial. O entardecer é o espetáculo diário, o céu reflete tons dourados e rosados sobre o mar, encantando a todos que presenciam esse momento.

E na culinária eles  sabem como ninguém brincar com a mistura do doce com o salgado, é comum encontrar no cardápio pratos de frutos do mar com frutas tropicais, destaque para o caranguejo, mangaba, o caju e o coco. Falando em doçura, o povo aqui tem sorriso fácil e acolhedor, voz mansa… e os carros param pra você atravessar a rua.       

Sabe de onde vem o nome Aracaju? Do tupi e seu significado é “cajueiro dos papagaios” (ará = papagaio, acaiú = cajueiro) 

E o fato do estado ser “estreitinho”, sim quem for bom em geografia vai lembrar, Sergipe é aquele estado que fica entre Alagoas e a Bahia, você consegue cruzar o estado em poucas horas por isso da pra fazer alguns bate e voltas bem legais. 

Começando pela Orla de Atalaia considerada uma das orlas urbanas mais bonitas do Brasil, com uma extensão de 6km, cheia de feirinhas, quiosques e opções de bares e restaurantes para todos os gostos.

Aqui além de aproveitar da gastronomia local, beber uma agua de coco ou se encantar com o artesanato você também pode ir a praia, dar uma caminhada para relaxar, apreciar o por do sol ou visitar o Projeto Tamar, onde você pode presenciar as especies que vivem ali sendo alimentadas ou se aventurar a passar a mão em um tubarão lixa, sem falar que por ali também , pulando entre as arvores vivem pequenos saguis que fazem a festa da meninada.

Algumas referencias da Orla:

Feira do turista – O preço e a qualidade da castanha aqui são melhores que no Mercado Municipal, que na verdade não é um só, são 3 um ao lado do outro… já, já explico. Além das castanhas tem varias opções de doces e “guloseimas” regionais, mas num mundo globalizado o típico, regional se mistura com o importado da China ainda assim aqui você vai encontrar aquelas lembrancinhas que a gente gosta de ter …    

Republica dos Camarões – O restaurante fica em frente a feirinha e bem pertinho do Projeto Tamar, com opções para agradar gregos e troianos serve uma comida gostosa e com preço justo.

Passarela dos caranguejos – aqui é o verdadeiro agito, coração da gastronomia, você encontra o República do Caranguejo onde os pratos são bem servidos e tem uma ótima vista ou o Pitú com Pirão da Eliane que é famoso pelo caranguejo e pratos regionais  e se você é daqueles que está atrás de um forrozinho o Cariri é tradicional entre os moradores e turistas.  

Da Orla do Atalaia para o Museu da gente Sergipana, o museu é interativo e com uma boa dose de tecnologia apresenta manifestações, paisagens naturais e tipos humanos de Sergipe aos seu visitantes promovendo experiencias sensoriais em aspectos da história, culinária, festividades, costumes e a expressões orais do estado. 

Logo ali em frente ao museu, ficam 8 esculturas feitas em fibra de vidro que representam manifestações do folclore sergipano, e no ultimo ano ganharam mais dois integrantes Virgulino Lampião e Maria Bonita. As figuras folclóricas têm cerca de 7 metros de altura, exceto barco de fogo, e ficam instaladas no rio próximas ao pier, já os reis do cangaço fazem morada pelo píer mesmo, inspirados nas obras do mestre Beto Pezão  o rei e a rainha do cangaço trazem a característica mais marcante das esculturas do artista – os pés gigantes.

Saindo da riqueza que a gente sergipana oferece o turista tem a opção de seguir para Colina de Santo Antônio, ali além de vista panorâmica incrível da cidade ele vai conhecer a igreja de santo Antonio que é super charmosinha e se deliciar com o melhor sorvete de mangaba da região na sorveteria Santo Antônio, que fica logo ao lado da igreja.

E calma, que a cidade ainda oferece muita coisa pra se ver, em frente a praça Olimpio Campos e rua Laranjeiras, O Centro de Turismo de Aracaju atualmente é um espaço cultural e de artesanato, ali é fácil encontrar rendas e bordados típicos da região. Mas sair de Aracaju sem visitar o Mercado Municipal… não pode, la atrás eu disse que ia falar sobre ele… que não é um só… são 3… claro que é modo de falar o que acontece é que são 3 prédios, um ao lado do outro, embora que, um deles – o que abriga frutas, verduras e afins – fique um pouco mais afastado. Aqui você encontra de tudo um pouco, pra agradar o turista e o comprador local, então vale sim a visita até mesmo pra conhecer o prédio (s) antigo que abriga o comércio.

Aqui foi só aquele roteirão básico pra Aracajú mas se você está seguindo pra esse destino e quer algumas dicas de escapadinhas bem legais, viagens bate-volte lembre-se Sergipe tem a Bahia e Alagoas logo aqui ó, do ladinho… então segura ai que no próximo texto eu conto… 

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